
Quando tu baixas os teus olhos,
meu coração faz uma contagem silenciosa,
no qual, aos poucos, sinto como é frio o lar das tuas incertezas.
Se ao menos deixasse uma porta aberta
para o meu calor poder consumir teus enganos.
E, quando me avistar, estarei vestida de esperança,
com um pouco de felicidade
nas mãos e calçada com meu velho
amor incondicional de sempre.
Agora, abre os teus olhos e ve-me,
segura-me, ama-me sem te questionares,
pois a certeza de se amar vem da
segurança de se estar nos braços certos,
no qual a partir de então o teu antigo mundo
se apagará e o meu mundo te iluminará.
E, mesmo que isto possa parecer atordoador e osfuscante, eu faço um pedido:
Nunca feche teus olhos para mim

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