The First Time Ever I Saw Your Face (A Primeira Vez Que Eu Vi Seu Rosto)
A primeira vez que eu vi seu rosto Eu pensei que o sol nascia em seus olhos E a lua e as estrelas foram os presentes que você deu Para a noite dos céus vazios do meu amor
A primeira vez que eu beijei sua boca Eu senti a terra girar em minha mão Como o coração tremulo de um pássaro capturado Lá estava o meu controle sobre o meu amor
A primeira vez que eu te abracei E senti seu coração bater tão perto do meu Eu pensei que nossa alegria iria encher a terra E seríamos os últimos até o fim dos tempos meu amor
A primeira vez que eu vi seu rosto, seu rosto, seu rosto, seu rosto
Nascer de novo... Talvez seja isso. Talvez seja essa capacidade que um grande Amor dá . Mais do que isso. Confere-nos o dom de sentir a vida . Eu sinto a vida contigo ..umas vezes mais dificil, outras com um sorriso nos lábios. E como foi complicado no inicio, as lágrimas, o desespero, a angustia, mas a minha mão estendia-se sempre para a tua ..para te ajudar a levantar..os meus abraços estavam e estarão sempre presentes cada vez mais fortes para sentires o meu coração junto ao teu peito. O nosso Amor cresceu tanto. Eu sei que não és de mostrar as tuas emoções, mas quando te olho nos olhos bem la no fundo, sinto que me amas também. Hoje entendo que nada foi em vão, aquele nosso primeiro encontro não foi em vão, foi o começo de um Grande Amor que devagar, criou caminhos, certezas, sonhos , curou medos e afastou a tristeza. Hoje a esperança é mais certa, apoiada em factos reais e não apenas em desejos abstratos. Hoje ao ver-te sorrir ao meu lado, sentir-te nos meus braços sei que nada podia ser mais perfeito . Tu foste e és o que de mais certo fiz na vida .
Considerado um dos maiores símbolos da Guerra Fria, o muro deixou de existir em 8 de novembro de 1989. A queda do muro de Berlim simbolizou o desmoronamento do comunismo na Europa Central e Oriental, que começou na Polônia e na Hungria. Confrontado com um êxodo maciço de sua população para o Ocidente, o Governo da Alemanha Oriental abriu as suas fronteiras. Foi a reunificação da Alemanha após mais de 40 anos de separação e a sua parte oriental integrada a CEE em Outubro de 1990. Berlim, 13 de agosto de 1961. Em questão de horas, uma barreira passou a dividir os setores leste e oeste da cidade. Nascia o que ficou conhecido como Muro de Berlim.
Em 1989 já havia já muita incerteza sobre o futuro da Alemanha Oriental. Nos meses anteriores, milhares de alemães orientais conseguiram atravessar para o lado Ocidental, da mesma forma como acontecia antes da construção do Muro de Berlim, e centenas de pessoas saíram às ruas em manifestações.
Apesar das agitações sociais, o governo da Alemanha Oriental permanecia impassível: em 7 de outubro de 1989 - menos de um mês antes da queda do muro, em 9 de novembro - autoridades festejaram a fundação do Estado da Alemanha Oriental. Mas o aparente descaso com a emergência de um movimento social não barrou as manifestações.
Em 30 de outubro de 1989, mais de 300 mil pessoas se reuniram em Leipzig. No dia 4 de novembro daquele mesmo ano, a multidão reunida em Berlim Oriental ultrapassou meio milhão de pessoas. Três dias depois, o governo do primeiro-ministro Willi Stoph renunciou ao cargo; em 8 de novembro, foi a vez de Erich Honecker (1912-1994), o chefe de Estado.
Especula-se que um mal-entendido provocou a queda do Muro de Berlim. A queda do muro não dependeu de nenhuma ordem oficial, apenas o desejo latente e cada vez maior de liberdade, união e reencontro, além do enfraquecimento dos regimes socialistas. Um mal-entendido em relação a um comunicado oficial do governo da Alemanha Oriental, somado às pressões políticas e sociais externas e internas, provocou a derrubada do Muro de Berlim.
O Ministro das Comunicações da época, Günter Schabowski, que estava de férias quando houve a promulgação da lei, lê apressadamente uma nota, em uma coletiva de imprensa, que dizia que os alemães poderiam cruzar a fronteira entre as duas Alemanhas sem qualquer permissão. Questionado quando a lei começaria a ser válida, ele respondera que naquele mesmo dia a legislação tinha entrado em vigor.
Milhares de pessoas foram imediatamente aos postos de comando do muro, exigindo sua passagem, e o muro caiu.
O Conselho de Ministros ainda não tinha aprovado as novas diretrizes, e os soldados nos postos fronteiriços foram tomados totalmente de surpresa pela multidão, sem qualquer orientação de como proceder. Nesse dia, pela primeira vez em 28 anos, alemães de ambos os lados de Berlim se encontraram livremente.
Reação
O governo da Alemanha Ocidental reagiu, em um primeiro momento, de forma bastante reservada à queda do Muro de Berlim, mas pouco tempo depois, em 28 de novembro daquele ano, o chanceler Helmut Kohl [1982-98] apresentou ao Parlamento alemão um programa para reunificação dos dois países.
Com isso, os dois governos passaram a trabalhar na união econômica e política, para a constituição de um só Estado. Em 18 de maio de 1990, os Parlamentos dos dois países aprovaram o acordo que estendeu o sistema financeiro do Ocidente ao Oriente: o marco alemão ocidental era agora a moeda única para os dois países.
Em 12 de setembro de 1990, representantes dos dois Estados alemães, junto a líderes dos países vencedores da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - EUA, União Soviética, França e Reino Unido - assinaram, em Moscou, um tratado que dava plena soberania ao novo Estado alemão, unificado.
Mas foi em 20 de setembro de 1990 que os dois Parlamentos aprovaram, finalmente, o tratado da reunificação dos dois Estados. Em 2 de dezembro, foram realizadas as primeiras eleições parlamentares da Alemanha unificada, que tiveram como vencedores os democrata-cristãos e liberais, com a eleição de Kohl para a Chancelaria alemã.
Mudanças
Em 1989, o mundo foi sacudido por uma série de revoluções que derrubaram os governos comunistas da Europa Oriental.
Em 9 de outubro, milhares de manifestantes da Alemanha Oriental se dirigiram aos postos de controle do Muro, exigindo que fossem autorizados a passar. Os soldados ficaram quietos enquanto milhares de pessoas atravessavam a fronteira e pulavam o Muro.
Em busca de lembranças
Logo o Muro começou a ser demolido, e milhares de pessoas correram para agarrar pedaços dele para guardar de lembrança.
A demolição do muro continuou por muitos meses, e até hoje há partes dele que permanecem de pé.
E nada mais que apropriado aqui fica uma musica que acompanhou a Queda do Muro de Berlim
Sonhando com a rapariga, sonhando com a rapariga Eu quero-te ver dormir esta noite Tu estas em cima e em baixo Tu pisas o chao E o tempo esta deslizando atraves dos teus medos
Eu nao consigo encontrar os teus sonhos esta noite E fazes o teu amor voltar para casa Se tu nao sabes, tu estas por tua conta Eu escolherei os melhores dias para o teu sono
Volta para veres o dia em que perdeste o teu coraçao E impuseste as tuas esperancas Eu levar-te-ei para veres o nascer do sol e tentar apanhar o teu fantasma
Vamos la rapariga, o sonho e o teu mundo Os sinais que tu ves estao na tua mente As palavras que tu falas estao aqui no meu ouvido Para eu te conseguir ouvir cair
Espera para me veres Eu posso esperar por ti tambem Vive a tua vida sem esperancas mas Se tu continuas a acreditar..
Volta para veres o dia em que perdeste o teu coraçao E impuseste as tuas esperancas Eu levar-te-ei para veres o nascer do sol e tentar apanhar o teu fantasma
Afirmas... "Só nós dois compreendemos este amor triste e profundo
Quando o amor acontece Não pede licença ao mundo"
Continuas... "Anda abraça-me beija-me Encosta o teu peito ao meu Esquece o que vai na rua Vem ser meu e eu serei teu Que falem, não nos interessa O mundo não nos importa O nosso mundo começa Dentro da nossa porta"
Acrescentas... "Só nós dois compreendemos o calor dos nossos beijos Só nós dois é que sofremos as estruturas e os desejos Vamos viver o presente Tal e igual a vida nos dá
O que reserva o futuro Só Deus sabe o que será"
O que eu quero mesmo e amar te e sermos felizes estas onde o meu mundo começa ...
ESPERAR
Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter conosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.
in Diário da tua Ausência
Margarida Rebelo Pinto
Sobre mim Quem sou ? Apenas eu... O que faço aqui ? Escrevo apenas ! ! O que faço na vida ? Procuro-me ! ! O que quero da vida ? Aprender ! ! Para onde vou ? Para a incerteza do futuro ! ! De onde venho ? Das memórias do passado ! ! O que me prende ? Um abraço ! ! O meu maior defeito ? Pensar ! ! A minha maior virtude ? A Amizade O meu sonho ? Ser Feliz !! O meu medo ? Deixar de sonhar ! ! A minha Paixão ? A vida! ! O meu ódio ? Infelicidade ! O que gosto mais ? De tudo o que tenho ! O que gosto menos ? Preconceito! O que me faz chorar ? A saudade de alguém que já não esta mais entre nós O meu segredo ? Já o esqueci ! ! Porque estou aqui? Porque me apetece ! ! O que me encanta ? A magia das palavras ! ! O dia mais importante da minha vida?? Ainda não chegou!! Onde vivo ? No mundo da fantasia!! O meu vicio ? Escrever !! O que não dispenso ? Acordar todas as manhãs ! ! O que me liberta ? Encontrar-me ! ! O mais belo dos espectáculos ? O amanhecer ! ! O melhor do mundo ? São as crianças ! ! O que é o Amor ? Sou eu...tu, ele, nós, vós e eles ! ! Uma frase? " A simplicidade é a verdadeira forma de grandeza" O que me dá mais prazer ? Sorrir e oferecer sorrisos! ! O que me surpreende ? A minha subita rebeldia ! ! O que mais quero eu dizer ? Nada, já terminei ! ! Quem? Eu? Ah!...sou aquilo que sou...Nada mais quero ser Senão apenas... Eu mesma ...!